segunda-feira, 29 de abril de 2013

Pentecostes é a coroação da Páscoa.

A Celebração de Pentecostes é um momento singular para a Igreja Católica, pois comemora o envio do Espírito Santo à Igreja. A partir da Ascensão de Cristo, os discípulos e a comunidade não tinham mais a presença física do Mestre. Em cumprimento à promessa de Jesus, o Espírito foi enviado sobre os apóstolos. Dessa forma, Cristo continua presente na Igreja, que é continuadora da sua missão.

Pentecostes é a coroação da Páscoa de Cristo. Nele, acontece a plenifcação da Páscoa, pois a vinda do Espírito sobre os discípulos manifesta a riqueza da vida nova do Ressuscitado no coração, na vida e na missão dos discípulos.

Participe com a Comunidade Divino Oleiro deste momento forte de oração.


sexta-feira, 26 de abril de 2013

Risoto Solidário em prol da missão na África


Acontece no dia  23 de junho, às 12h, no Centro de Evangelização Divino Oleiro (CEAR), o Risoto Solidário, em prol da Fraternidade São Gabriel,  da Comunidade Divino Oleiro, na cidade de Tite, na Guiné Bissau, África.

"Em Guiné Bissaú (África) nossa missão é educar, promover vida e saúde  criar e formar uma rede de solidariedade. Estamos a serviço de centenas de crianças, jovens, adultos e idosos neste que é um dos mais pobres países do mundo".(Pe. Márcio A. Vignoli – Fundador da Comunidade Divino Oleiro.

Numa parceria entre os irmãos da Fraternidade de Aliança da Comunidade Divino Oleiro e o
curso de Gastronomia da Faculdade Integrada ASSESC, sob a orientação do Chef Vilmar Turnes, vários "Chefs" renomados e os alunos,  preparam e serviram aos participantes do evento vários tipos de risotos,  solidariedade e confraternização.

Sua colaboração é muito importante. Participe e divulgue!

terça-feira, 16 de abril de 2013

Alegria: um dom de Deus!


A alegria é fruto do Espírito Santo: precisamos estar repletos d’Ele para que esta virtude preencha nossa vida. Nem mesmo a luta e o sofrimento pelos quais passamos podem destruir a nossa alegria. O Senhor dá a nós, seus combatentes, esta palavra de ordem: “Não estejais na tristeza, pois a alegria do Senhor será a vossa força” (Ne 8,10).
Isso foi dito ao povo de Deus numa situação dramática, como é relatado no Livro de Neemias (Ne 2,17-20). Eles tinham voltado do exílio e encontraram suas casas destruídas, sua cidade devastada e o templo arrasado: uma verdadeira profanação que os deixou consternados.
Muitos se encontram na mesma situação. Mas tudo fica pior quando começamos a reclamar e a criticar. Agindo assim, os pensamentos negativos vão nos corroendo por dentro, a ponto de chegar ao momento que não suportaremos mais. Tristeza cultivada é “ferrugem” do coração! 
Mas como é possível ter alegria em meio a tanto sofrimento? Só pela força da ressurreição de Jesus e pelo derramamento do Espírito Santo sobre nós, pois a alegria vem do Senhor. É um dom de Deus. É fruto do Espírito Santo. Precisamos da alegria do Senhor para enfrentar e superar nossos problemas. Somente unidos a Cristo é possível sermos felizes, mesmo em meio às tribulações.

Seu irmão,

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova e presidente de honra da Fundação João Paulo II, mantenedora do Sistema Canção Nova de Comunicação, em Cachoeira Paulista (SP). É um dos religiosos que mais se destacou utilizando os meios de comunicação na ação evangelizadora da Igreja Católica, na América Latina. Autor de 48 livros, Cd´s e DVD´s, além de várias palestras em áudio e vídeo.

Fonte: Assessoria de Imprensa Canção Nova / FJPII

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Ano da Fé, Vida e Família e Questão Agrária


Os membros da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) refletem na manhã deste sexto dia da assembleia geral a respeito de assuntos relacionados à Comissão Episcopal para a Doutrina da Fé que destacam dois aspectos importantes do seu trabalho: o Ano da Fé e suas ações concretas e o Catecismo da Igreja Católica.
Instituído por Bento XVI, o Ano da Fé começou na festa de aniversário de 50 anos do início dos trabalhos do Concílio Vaticano II, dia 11 de outubro de 2012 e dura até a festa litúrgica do Cristo Rei, em novembro deste ano de 2013. Segundo dom Sérgio da Rocha, arcebispo de Brasília e presidente da Comissão para a Doutrina da Fé da CNBB, em artigo sobre o assunto, afirmou: “Neste Ano da Fé, procuremos renovar a vida batismal, crescendo na fé em Cristo, na participação na Igreja e no testemunho cotidiano da fé. Valorizar o Batismo implica também em ajudar outros irmãos ainda não-batizados a acolherem a graça do Batismo, testemunhando-lhes a beleza e o vigor da fé batismal. De modo especial, procuremos motivar os pais a batizarem seus filhos”. E sobre o Catecismo, o arcebispo de Brasília disse: “Sabemos que o Catecismo tem um esquema que pode servir de grande orientação para o próprio Ano da Fé. Ele se organiza em A fé professada – que apresenta os conteúdos fundamentais da fé, através da oração do Credo, pois há muita gente que não entende certos artigos do Credo. Temos também A fé celebrada – precisamos crescer, a fé não pode ficar apenas na cabeça, mas deve chegar ao coração. E a fé deve virar vida, e aí está A fé vivida – o Catecismo tem muitas respostas sobre assuntos atuais, e isso é geralmente desconhecido”.
Ainda pela manhã, os bispos tratam de questões de Vida e Família ao acompanhar a apresentação dos trabalhos e declarações feitas pela Comissão Episcopal que se ocupa desses temas. Dom João Carlos Petrini, bispo de Camaçari (BA) e presidente desta Comissão da CNBB, afirmou em Nota, por ocasião da recente publicação do posicionamento do Conselho Federal de Medicina em apoio à possibilidade de aborto até 12 semanas de gestação: “Para justificar sua posição, o CFM evoca a autonomia da mulher e do médico, ignorando completamente a criança em gestação. Esta não é um amontoado de células sem maior significado, mas um ser humano com uma identidade biológica bem definida; com um código genético próprio, diferente do DNA da mãe. Amparado no ventre materno, o nascituro não constitui um pedaço do corpo de sua genitora, mas é um ser humano vivo com sua individualidade. A esse respeito convergem declarações de geneticistas e biomédicos”.
Um assunto que volta ao debate em plenário é a Questão Agrária. Será apresentada a nova redação do texto que poderá ser aprovado ao final da Assembleia Geral. Dom Guilherme Werlang, bispo de Ipameri (GO) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, Justiça e Paz, afirmou que o novo documento terá alguns eixos principais, partindo da real situação do povo brasileiro em relação à questão agrária. “Vamos colocar um nome comum, Via Campesina, porque temos diversos segmentos diferenciados de acordo com as regiões brasileiras de pequenos agricultores que trabalham, vivem da terra e produzem o alimento no Brasil.”
Nos trabalhos de hoje ainda estarão presentes na pauta os seguintes temas: votação de textos litúrgicos; novos debates sobre o Diretório da Comunicação; apresentação das Comissões Episcopais para a Amazônia e a Missão continental; notícia sobre o projeto de comunhão e partilha entre as dioceses.
Serviço - COLETIVA DE IMPRENSA
Hora: 15 hs Local: Sala de Coletiva / Centro de Eventos Pe. Vítor Coelho – Aparecida (SP). Transmissão ao vivo através do link http://a12.com/cnbb/ 
Entrevistados: Dom Sergio da Rocha, arcebispo de Brasília (DF), dom João Carlos Petrini, bispo de Camaçari (BA) e dom Guilherme Werlang, bispo de Ipameri (GO).
Mais informações - Assessoria de Imprensa da CNBB
Email: cnbb.imprensa@gmail.com Facebook/ fanpage: assembleia geral da CNBB
Dom Sergio da Rocha, arcebispo de Brasília (DF), presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Doutrina da Fé
Nascimento: 17/10/1959 Local: Dobrada (SP); Ordenação Presbiteral: 14/12/1984; Nomeação Episcopal como bispo auxiliar de Fortaleza (CE): 13/06/2001; Nomeação Episcopal como arcebispo coadjutor de Teresina (PI): 30/03/2007 e como arcebispo metropolitano: 03/09/2008; Nomeação como arcebispo de Brasília (DF): 15/06/2011.
Atividades: membro da Comissão Episcopal para a Doutrina da Fé - CNBB (2002-2007), membro da Comissão Episcopal do Mutirão de Superação da Miséria e da Fome da CNBB (2001-2004), secretário do Regional Nordeste I (2002-2007), bispo de referência da Pastoral da Juventude e da Pastoral Vocacional no Regional Nordeste I (2002-2007), bispo de referência para o Ensino Religioso e para os Presbíteros, no Regional Nordeste IV (2007-2011), presidente da Comissão Episcopal para o Seminário do Regional Nordeste IV (2007-2011), membro da Comissão Episcopal para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada da CNBB (2007-2011), presidente do Departamento de Vocações e Ministérios do CELAM (2007-2011), e presidente do Regional Nordeste IV (2007-2011). Atualmente, é Arcebispo Metropolitano de Brasília, presidente da Comissão Episcopal para Doutrina da Fé, da CNBB, membro do Conselho de Pastoral (CONSEP) e do Conselho Permanente da CNBB. 
Dom João Carlos Petrini, bispo de Camaçari (BA), presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e Família
Nascimento: 18/11/1945 Local: Fermo (Itália); Ordenação Presbiteral: 1975; Nomeação Episcopal como bispo auxiliar de Salvador (BA): 2005; Nomeação como bispo de Camaçari (BA): 2011.
Formou-se em Ciências Políticas na Universidade de Perúgia-Itália, em março de 1970, neste mesmo ano chegou a São Paulo. Ainda leigo, estudou Teologia na Faculdade Nossa Senhora da Assunção (São Paulo) e foi ordenado sacerdote em 1975. Cursou o Mestrado e o Doutorado em Ciências Sociais na PUC SP, realizando pesquisas sobre comunidades de base e sobre as relações entre religião e sociedade moderna. Em 1989 mudou-se para Salvador, onde foi Reitor do Seminário Propedêutico (de 1990 a 1998) e diretor do Instituto de Teologia da UCSAL (de 2005 a 2009). Desde 1998, é diretor da Seção Brasileira do Pontifício Instituto João Paulo II para Estudos sobre Matrimônio e Família. Em 2005 foi nomeado pelo Papa João Paulo II, Bispo Auxiliar de Salvador. Em maio de 2007 participou da Conferência de Aparecida. É um dos maiores divulgadores do movimento Comunhão e Libertação. Em 19 de fevereiro de 2011 tomou posse da Diocese de Camaçari. No dia 11 de maio de 2011 foi eleito Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB.  
Dom Guilherme Werlang, bispo de Ipameri (GO), presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Caridade, Justiça e Paz
Nascimento: 05/08/1950 Local: São Carlos (SC); Ordenação Presbiteral: 02/12/1979; Nomeação Episcopal como bispo Ipameri (GO): 19/05/1999.
Em entrevista sobre expectativas para esta assembleia, dom Guilherme compartilhou: “A Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz, que atualmente presido, entre outros assuntos vai apresentar nesta Assembleia o novo documento sobre a Igreja e a questão agrária no Brasil e vai pedir o encaminhamento para aprovação como Documento Oficial. Ainda vai apresentar como Documento de Estudos um texto sobre os Quilombolas; um estudo sobre o novo Marco Regulatório da Mineração que está sendo elaborado pelo governo federal e está totalmente desconhecido e sem participação da sociedade brasileira (...) Sempre a nossa Comissão tem muitos assuntos que são levados para a Assembleia porque são de nossa responsabilidade todas as questões de todas as Pastorais Sociais”.  
Fonte: CNBB

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Dom Dimas apresenta síntese do Diretório da Comunicação aos jornalistas


A comunicação esteve entre as pautas da 51ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), ontem, 11 de abril.
Atenderam aos jornalistas no segundo dia de encontro, dom Sergio Eduardo Castriani, arcebispo de Manaus (AM), dom Dimas Lara Barbosa, arcebispo de Campo Grande (MS) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a comunicação e dom Armando Bucciol, bispo de Livramento de Nossa Senhora (BA).
O arcebispo de Campo Grande ressaltou que neste segundo dia de assembleia já foram dados passos importantes na caminhada do encontro que segue até dia 19 de abril.
Dom Dimas fez um panorama geral do Diretório da Comunicação que será apresentado aos bispos ainda nesta tarde. “Este é um sonho antigo da CNBB. Gostaríamos de ter normas mais claras para as nossas comunidades e paróquias”.
O arcebispo explicou que inicialmente foi feito um texto de estudo e aprofundamento da comunicação e posteriormente a criação da Comissão Episcopal Pastoral da Comunicação.
Dom Dimas adiantou aos jornalistas que o Diretório terá 10 capítulos, entre eles, os Desafios da comunicação para a Igreja, a comunicação nas redes sociais, a teologia da comunicação. “Entre os capítulos está também a Comunicação e a vivência da fé nas dimensões da catequese, caridade e liturgia. Precisamos debater as questões da ética na comunicação”, ressaltou.
O arcebispo falou também que os grandes protagonistas da comunicação são, sobretudo, os leigos e leigas.
Entre os capítulos do Diretório que será apresentado aos bispos também está as questões da Igreja e a cultura da mídia, as políticas de comunicação e o papel da PASCOM.
Mapa das religiões – Respondendo as perguntas dos jornalistas, Dom Dimas falou que o mapa das religiões é assunto que sempre está na reflexão dos bispos.
Dom Dimas afirmou que tem acompanhado as pesquisas e discussões em torno do assunto. “Compreendemos que a Igreja necessita estar em estado permanente de missão para ir ao encontro do seu povo. Ensinar e estimular a leitura da bíblia também é importante”, afirmou.
Dom Dimas ressaltou que uma série de fatores precisam ser levados em conta ao considerar números e estatísticas no chamado mapa das religiões no Brasil.
Fonte: CNBB

segunda-feira, 1 de abril de 2013

"Com o Batismo e a Comunhão podemos ser instrumentos de misericórdia" - Papa Francisco no Regina Coeli

No Regina Coeli desta manhã de Segunda-Feira de Páscoa o Papa Francisco dirigiu-se à multidão presente na Praça agradecendo a presença numerosa de peregrinos e desejando que a força de Cristo Ressuscitado possa atingir cada pessoa, especialmente aquelas mais necessitadas de confiança e esperança. Pois, Cristo venceu o mal em modo pleno e definitivo, e assim, nós devemos expressar na nossa vida os sacramentos que recebemos na fé:

Sim, o Batismo que nos faz filhos de Deus, a Eucaristia que nos une a Cristo, devem tornar-se vida, ou seja, traduzir-se em atitudes, comportamentos, gestos, escolhas. A graça contida nos sacramentos pascais é um enorme potencial para de renovação para a existência pessoal, para a vida das famílias, para as relações sociais. Mas tudo passa através do coração humano: se eu me deixar alcançar pela graça de Cristo ressuscitado, se lhe permitir de mudar-me naquele meu aspecto que não é bom, que pode fazer mal a mim e aos outros, eu permito vitória de Cristo de se reafirmar na minha vida, de alargar a sua acção benéfica. Este é o poder da graça! Sem a graça, nada podemos fazer. E com a graça do Baptismo e da Comunhão eucarística posso tornar-me em instrumento da misericórdia de Deus.
E desta forma, o Papa Francisco propôs a oração que ali reunia tantos fieis:

Rezemos juntos, em nome do Senhor morto e ressuscitado, e por intercessão de Maria Santíssima, para que o mistério pascal possa operar profundamente em nós e neste nosso tempo, para que o ódio ceda o lugar ao amor, a mentira à verdade, a vingança ao perdão, a tristeza à alegria.

E no final o Papa Francisco tinha uma palavra especial para todos os presentes anunciando-lhes que Cristo Ressuscitou e desejando-lhes uma Boa Páscoa. (R.S.)