sexta-feira, 31 de maio de 2013

Conheça a eCatholicus: uma rede social católica



logo-ecatholicus

No último dia 30 de abril foi lançada a eCatholicus (www.ecatholicus.com.br), uma rede social mantida que tem o apoio da CNBB e do CERIS (Centro de Estatísticas Religiosas e Investigações Sociais), órgão ligado à CNBB que realiza o Censo Anual da Igreja Católica (CaicBr). Com a missão inicial de ajudar na divulgação da JMJ Rio 2013, a eCatholicus nasce também como ponto de encontro “antecipado” para os peregrinos que estarão no Rio para a Jornada, assim como aqueles que não poderão participar do encontro mas que podem acompanhar tudo através da Rede Social.
Segundo o padre Valdeir Goulart, "o projeto faz parte do processo maior de informatização do banco de dados da Igreja e publicação do Anuário Católico na internet." Ele explica também que a rede tem o objetivo de ampliar e potencializar a captação de dados para o Censo da Igreja, facilitando os trabalhos. "Uma rede social exclusivamente católica nos dará a possibilidade de falar diretamente com as células da Igreja presentes no Brasil, fato que contribuirá ativamente para a qualificação das pesquisas", completou.
Mesmo com tão pouco tempo no ar, esta nova rede social já conta com mais de 20 mil perfis de leigos e leigas, cadastrados com vínculos a uma das mais de onze mil paróquias pré-cadastradas na rede com base no cadastro oficial do CERIS que compõem o Anuário Católico do Brasil. "Paróquias, padres, bispos, diáconos, religiosos(as), comunidades católicas, enfim, as células oficiais da Igreja já estão no eCatholicus pois a Rede já conta com o cadastro do CERIS, o qual será atualizado constantemente", explica Fábio Castro, da Promocat Marketing, empresa responsável pelo projeto que conta também com o apoio da Thèos Informática, especializada em Sistemas de gestão de paróquias e dioceses, como o SGCP.
O usuário da nova rede também encontra comunidades de artistas, bandas, orações, santos e eventos que estão se cadastrando. No eCatholicus, o usuário pode postar suas fotos, enviar vídeos, mensagens e recados fechados para seus amigos virtuais, além de conversar com eles através do chat. "O fato de termos os leigos e leigas cadastrados diretamente ligados a uma paróquia favorecerá muito as comunicações entre as igrejas e os seus fiéis, proporcionando ganhos em escala para todas as células da Igreja", disse o padre Valdeir.
Para se cadastrar na Rede eCatholicus basta acessar o endereço www.ecatholicus.com e seguir as instruções.
Fonte: CNBB

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Corpus Christi


O significado de Corpus Christi é oriundo do latim e significa “Corpo de Cristo”. Esta solenidade, no Brasil comemorada sempre na quinta-feira depois da Festa da Santíssima Trindade, tem por objetivo celebrar solenemente o mistério da Eucaristia – o Sacramento do Corpo e do Sangue de Jesus Cristo.

Acontece sempre em uma quinta-feira em alusão à Quinta-feira Santa, quando se deu a instituição deste sacramento. Durante a última ceia de Jesus com seus apóstolos, Ele mandou que celebrassem Sua lembrança comendo o pão e bebendo o vinho que se transformariam em seu Corpo e em seu Sangue.

"O que come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia. Porque a minha carne é verdadeiramente comida e o meu sangue é verdadeiramente bebida. O que come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele. O que come deste pão viverá eternamente" (Jo 6, 55 - 59). Através da Santíssima Eucaristia, Jesus nos mostra que está presente ao nosso lado, e se faz alimento para nos dar força para continuar. Jesus nos comunica seu amor e se entrega por nós.
Corpus Christi remonta ao século XI. A celebração teve origem em 1243, em Liège, na Bélgica, no século XIII, quando a freira Juliana de Cornion teria sido inspirada para que o mistério da Eucaristia fosse celebrado com destaque. O Papa Urbano IV, em 1264, através da Bula "Transiturus de hoc mundo" estendeu a festa para toda a Igreja, pedindo a São Tomás de Aquino que preparasse as leituras e os textos litúrgicos, que até hoje são usados durante a celebração. Compôs o hino “Lauda Sion Salvatorem” (Louva, ó Sião, o Salvador), também ainda hoje usado e cantado nas liturgias do dia nos cinco continentes. A procissão com a Hóstia consagrada conduzida em um ostensório é datada de 1274. Foi na época barroca, contudo, que ela se tornou um grande cortejo de ação de graças.
A celebração de Corpus Christi consta de uma missa, procissão e adoração ao Santíssimo Sacramento. A procissão lembra a caminhada do povo de Deus, que é peregrino, em busca da Terra Prometida. No Antigo Testamento esse povo foi alimentado com maná, no deserto. Hoje, ele é alimentado com o próprio Corpo de Cristo.
A Santíssima Eucaristia é o memorial sempre novo e sempre vivo dos sofrimentos de Jesus por nós. É pela Eucaristia que tomamos parte na vida divina, nos unindo a Jesus e, por Ele, ao Pai, no amor do Espírito Santo. Essa antecipação da vida divina aqui na Terra mostra-nos claramente a vida que receberemos no Céu, quando nos for apresentado, sem véus, o banquete da eternidade.
Na procissão de Corpus Christi acompanhamos o Ressuscitado no seu caminho pelo mundo inteiro, como dissemos. E, precisamente fazendo isto, respondemos também ao seu mandamento: "Tomai e comei... Bebei todos" (Mt 26, 26s.). Comer este pão é comunicar, é entrar em comunhão com a pessoa do Senhor vivo. Esta comunhão, este ato de "comer", é realmente um encontro entre duas pessoas, é deixar-se penetrar pela vida d'Aquele que é o Senhor, d'Aquele que é o meu Criador e Redentor. A finalidade desta comunhão, deste comer, é a assimilação da minha vida à sua, a minha transformação e conformação com Aquele que é Amor vivo. Por isso, esta comunhão exige a adoração, requer a vontade de seguir Cristo, de seguir Aquele que nos precede. Assim sendo, a adoração e a procissão fazem parte de um único gesto de comunhão; respondem ao seu mandamento: "Tomai e comei".
Uma dimensão da Eucaristia é a de banquete. A Eucaristia nasceu na noite de Quinta-feira Santa, no contexto da ceia pascal. Traz, por conseguinte, inscrito na sua estrutura o sentido de sentar-se à mesa: "Tomai, comei... Tomou, em seguida, um cálice e... entregou-lho dizendo: Bebei dele todos..." (cf. Mt 26,26.27). Este aspecto exprime bem a relação de comunhão que Deus quer estabelecer conosco e que nós mesmos devemos fazer crescer uns com os outros.
Irmãos, celebremos com fé e esperança esta manifestação pública de Jesus Eucarístico pelas ruas de nossas cidades e coloquemo-nos como adoradores de Jesus Sacramentado para que a nossa vida seja uma perene Eucaristia!
Fonte: CNBB

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Risoto Solidário em prol da missão na África


Acontece no dia  23 de junho, às 12h, no Centro de Evangelização Divino Oleiro (CEAR), o Risoto Solidário, em prol da Fraternidade São Gabriel,  da Comunidade Divino Oleiro, na cidade de Tite, na Guiné Bissau, África.

"Em Guiné Bissaú (África) nossa missão é educar, promover vida e saúde  criar e formar uma rede de solidariedade. Estamos a serviço de centenas de crianças, jovens, adultos e idosos neste que é um dos mais pobres países do mundo".(Pe. Márcio A. Vignoli – Fundador da Comunidade Divino Oleiro.

Numa parceria entre os irmãos da Fraternidade de Aliança da Comunidade Divino Oleiro e o 
curso de Gastronomia da Faculdade Integrada ASSESC, sob a orientação do Chef Vilmar Turnes, vários "Chefs" renomados e os alunos,  preparam e serviram aos participantes do evento vários tipos de risotos,  solidariedade e confraternização.

Sua colaboração é muito importante. Participe e divulgue!


Crianças acima de 10 anos: R$ 25,00

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Festival da Família no Parque de Coqueiros


Evento celebra o Dia Mundial da Família e pretende reunir mais de cinco mil pessoas

A Comissão Arquidiocesana para a Vida e Família promove no dia 26 de maio, domingo, o Festival da Família. Será um evento celebrativo para reunir a família tendo como objetivo celebrar o Dia Internacional da Família

O local é o Parque de Coqueiros, região continental de Florianópolis.   

O evento terá início às 9h, com a concentração dos participantes. Depois, às 10h, será realizada a Celebração Eucarística, presidida pelo nosso arcebispo Dom Wilson Tadeu Jönck.  Às 12h o grande piqueniquee à tarde, a partir das 13h, serão realizadas apresentações culturais, apresentação da Banda da Polícia Militar, e o “Cine Família” – filme com formação.

A ideia é realizar um piquenique com as famílias. Atividade semelhante já é realizada em outras dioceses do mundo. Aqui em Florianópolis pensamos em realizar alguma atividade simples que pudesse envolver as famílias. “Pensamos que um dia em família, com um piquenique, brincadeiras para as crianças, apresentações culturais. É uma forma de, sem ser muito oficial, passarmos um dia de alegria e convivência familiar”, disse Pe. Hélio Tadeu Luciano de Oliveira, assessor eclesiástico da Comissão Arquidiocesana para a Vida e a Família – CAVF.

A Igreja tem que estar próxima da família. O Papa Francisco tem insistido muito que a Igreja não pode mais pensar em ser auto referencial, ou seja, não pode querer que as pessoas venham simplesmente até a Igreja para conhecer o rosto de Cristo. “É necessária uma atitude de missão, de lançar as redes e assim mostrar o amor de Cristo por cada um”, disse. O Festival da Família é um modo de promover esta busca pelas famílias e de fazer que as próprias famílias encontrem seu próprio significado.

Apostamos pela simplicidade do evento, ou seja, um piquenique, uma Missa, atividades culturais. Tudo isso em lugar público, de fácil acesso e que normalmente já é frequentado pelas famílias. “Acreditamos que esta fórmula - já eficaz na Itália, Espanha e outros países - podem funcionar em outros lugares”, declara Dom Wilson Tadeu Jönck, arcebispo de Florianópolis.

Mais informações com:
Zulmar Faustino (48) 8405-6578
Olga Oliveira –(48) 9616-7745 e (48) 3240-2435

D. Wilson convida:



Programação - 26 de Maio - Festival da Família

• 09h– Concentração no Parque de Coqueiros
• 09h– Banda Abraço Forte
• 09h30 – Abertura e acolhida
• 10h– Santa Missa presidida por Dom Wilson – CORAL E BANDA
• 11h30 – Piquenique
• 11h40 – Banda Abraço Forte
• 12h30 – Inicio do festival
• 12h40 – Cursilho da Cristandade (MUSICA)
• 13h30 – Emaús (MUSICA)
• 13h40 – Movimento Schoenstatt - TEATRO
• 13h50 – Encontro Matrimonial
• 14h00 – Movimento Focolares - MUSICA
• 14h10 – Movimento Familiar Cristão - MUSICA
• 14h30 – Apresentação da Banda da Polícia Militar de SC.
• 15h30 – Cine família
• 17h– Despedidas

terça-feira, 21 de maio de 2013

Convite: Inauguração do Espaço Católico em Itajaí


Participe! Venha conhecer este novo espaço de evangelização em Itajaí.

Confira a Programação do Espaço Católico:





Creio no Espírito Santo




Arquidiocese de SP
'Não fosse a ação do Espírito de Deus a animar e conduzir a Igreja, esta não teria subsistido ao longo dos séculos', afirma Dom Odilo
A solenidade de Pentecostes, no Ano Fé, leva-nos a recordar aquilo que professa a fé da Igreja: “creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida, que procede do Pai e do Filho e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado”.

O Espírito Santo é a 3ª pessoa da Trindade Santa, um só Deus com o Pai e o Filho. Também conhecido como Espírito de Cristo e de Deus, ele é Deus agindo em nós e no mundo, companhia e consolo dos que creem, sabedoria e luz divina a nos guiar, força de Deus a nós comunicada para a perseverança na fé e no bem, íntimo conselheiro a nos indicar o caminho do bem, amparo e defensor nas dificuldades e tribulações da vida.

Não fosse a ação do Espírito de Deus a animar e conduzir a Igreja, esta não teria subsistido ao longo dos séculos. Crer no Espírito Santo, é ter a certeza de que não andamos sozinhos, sem rumo e esperança no mundo, mas contamos com o divino amigo a nos guiar. O Espírito Santo é também a “alma da Igreja”, que lhe dá vida e dinamismo, assiste e conduz para que ela realize com fruto a obra do Evangelho.

“Ele, que falou pelos profetas”, continua a falar pela voz da Igreja, dando vigor e fecundidade à sua pregação e segurança aos seus ensinamentos de fé; ele a assiste em suas decisões e não a deixa enganar-se quando ela fala aos homens sobre as coisas de Deus, a salvação e a vida dos homens.

É o Espírito Santo que conduz no bem a vida e a ação da Igreja e de cada filho de Deus, fazendo-a crescer e frutificar. Por isso, em todas as nossas iniciativas eclesiais e pessoais, invocamos a luz e a graça santificadora do Espírito Santo. A Igreja o faz quando está diante de decisões ou atos importantes como a eleição de um papa, ou a ordenação de um bispo.

O Espírito também nos foi dado no Batismo como “Espírito da filiação”; por ele somos filhos de Deus e reconhecemos a Deus como Pai e a Jesus Cristo como nosso Irmão e Salvador. Mediante o Espírito Santo, podemos dirigir-nos a Deus com a confiança de filhos; ele também nos capacita a viver de maneira digna da nossa condição de filhos de Deus. “Quem não tem o Espírito de Cristo, não pertence a Cristo” (Rm 8,9).

Nesta solenidade de Pentecostes, com toda a Igreja renovemos nossa fé no Espírito Santo. E lhe sejamos atentos e dóceis, seguindo seus conselhos e inspirações. A Ele confiemos nosso Papa, os bispos e sacerdotes, nossos governantes e autoridades, os pais e educadores e todas as pessoas que têm especial responsabilidade sobre os outros. A ele confiemos nossos jovens para que, repletos dos dons do Espírito, renovem e vivifiquem constantemente a Igreja e o mundo.

Pentecostes no CEAR - 19/05/2013


Cardeal Odilo Pedro Scherer
Arcebispo de São Paulo

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Papa: renovar a efusão do Espírito para anunciar Cristo nas estradas do mundo

Pentecostes no CEAR
Novidade, harmonia e missão: na Solenidade de Pentecostes, assim o Papa Francisco sintetizou a ação do Espírito Santo.

A Praça S. Pedro voltou a lotar depois da vigília da tarde de sábado com os leigos pertencentes a movimentos e novas comunidades, em que o Pontífice falou não só dos desafios do nosso tempo, mas de como os cristãos devem enfrentá-los.

Na homilia desta manhã, ao comentar o texto do Ato dos Apóstolos, Francisco refletiu sobre três palavras relacionadas com a ação do Espírito:

A primeira delas é novidade que suscita. O que é novo causa sempre um pouco de medo, porque nos sentimos mais seguros se somos nós a projetar a nossa vida. E isto acontece também quando se trata de Deus. Muitas vezes, nós O seguimos até um certo ponto; temos medo que Deus nos faça seguir novas estradas, faça sair do nosso horizonte frequentemente limitado, fechado, egoísta.

Mas, em toda a história da salvação, quando Deus Se revela traz novidade, transforma e pede para confiar totalmente Nele: assim fizeram os Apóstolos, antes temerosos e trancados no Cenáculo, que saem corajosamente para anunciar o Evangelho.

“Não se trata de seguir a novidade pela novidade, a busca de coisas novas para se vencer o tédio, como sucede muitas vezes no nosso tempo. A novidade que Deus traz à nossa vida é verdadeiramente o que nos realiza, o que nos dá a verdadeira alegria.”

Francisco pede que nos questionemos: permanecemos abertos às surpresas de Deus? Somos corajosos para seguir as novas estradas ou ficamos na defensiva, fechados em estruturas caducas que perderam a capacidade de acolhimento?

A segunda ação do Espírito Santo é a harmonia: à primeira vista, parece criar desordem na Igreja, porque traz a diversidade dos carismas, dos dons. Mas não, explica o Papa; sob a sua ação, tudo isso é uma grande riqueza, porque o Espírito Santo é o Espírito de unidade, que não significa uniformidade, mas a recondução do todo à harmonia. Quem faz a harmonia na Igreja é o Espírito Santo.

Quando somos nós a querer fazer a diversidade, fechados nos particularismos, trazemos a divisão; e quando fazemos a unidade segundo os desígnios humanos, uniformizamos. Se, pelo contrário, nos deixamos guiar pelo Espírito, a variedade e a diversidade nunca dão origem ao conflito, porque Ele nos impele a viver a variedade na comunhão da Igreja. De fato, uma característica fundamental para cada comunidade e movimento é a eclesialidade. “Os caminhos paralelos são perigosos”, advertiu.

O último ponto é a missão. Diziam os teólogos antigos que a alma é uma espécie de barca à vela; o Espírito Santo é o vento que sopra, impelindo-a para a frente. Sem o seu incentivo, sem a sua graça, não vamos para a frente.

O Espírito Santo nos salva do perigo de uma Igreja autorreferencial, fechada em si; nos impele a abrir as portas e sair para anunciar e testemunhar a vida boa do Evangelho, para comunicar a alegria da fé, do encontro com Cristo. O Espírito Santo é a alma da missão.

O que aconteceu em Jerusalém não é um fato distante de nós, mas que nos alcança e se torna experiência viva. “O Espírito Santo é o dom por excelência de Cristo ressuscitado aos seus Apóstolos, mas Ele quer que chegue a todos.” É o Espírito Paráclito, que dá a coragem de levar o Evangelho pelas estradas do mundo e nos impele para as periferias da existência a fim de anunciar a vida de Jesus Cristo.

E concluiu: “A liturgia de hoje é uma grande súplica que a Igreja com Jesus eleva ao Pai, para que renove a efusão do Espírito Santo. Cada um de nós, cada grupo, cada movimento, na harmonia da Igreja, se dirija ao Pai pedindo este dom. Também hoje, como no dia do seu nascimento, a Igreja invoca juntamente com Maria: Veni Sancte Spiritus… – Vinde, Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor!”.

(BF)



Fonte: Texto proveniente da página http://pt.radiovaticana.va/news/2013/05/19/papa:_renovar_a_efus%C3%A3o_do_esp%C3%ADrito_para_anunciar_cristo_nas_estrada/bra-693536
do site da Rádio Vaticano 

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Pentecostes : Celebração do fogo do amor

“Pentecostes é a celebração do fogo do amor que pervaga os corações dos fiéis elevando a nível “teológico” sua bondade natural ou sua filantropia”. Gianfranco Ravasi

O homem, por sua própria natureza é bom. Tornou-se capaz do mal quando foi contaminado pelo demônio com o vírus do pecado. Assim como o homem só é livre para a verdade: somos livremente obrigados à verdade (a dizer que dois e dois são quatro) somos também livres apenas para o bem. O homem só pratica o mal quando perde sua liberdade interior.

O Espírito Santo, simbolizado no vento forte e no fogo, limpa e purifica o coração humano. Anestesia o vírus do egoísmo e torna a pessoa capaz da prática do bem com uma força bem maior e diferente na sua qualidade: o amor do céu. 

O batizado, cheio do Espírito Santo passa a sentir uma necessidade de fazer o bem, de ajudar, de promover o fraco, o doente, o pobre, o esquecido, o solitário e todo aquele que experimenta alguma forma de sofrimento. O Espírito Santo infunde na pessoa uma necessidade da prática do bem como a necessidade de respirar. O ser humano torna-se apaixonado pela prática do bem. Sua alegria é levar alegria aos outros. Sua felicidade é conseguir fazer os outros felizes (Festa de Babete – filme de Just Betzer, de Isak Dinesen).

Uma pessoa sem o Espírito Santo é como um filme sem cor e sem som, sem legendas. Difícil de ser entendido naquilo que ele quer ser, significar e transmitir. A presença do Divino Espírito Santo leva a criatura humana à plenitude da realização de toda sua potencialidade enquanto imagem e semelhança de Deus. Mesmo em suas limitações físicas (doença, finanças, incompreensões) a pessoa sente uma alegria íntima de viver, de existir, de ser para os outros, de poder transformar, para melhor, o mundo humano ao seu redor.

Dom João Bosco (Bispo de Patos de Minas)

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Pe. Márcio: 15 anos de ordenação sacerdotal


“Eu me consumo de ardente zelo pelo Senhor Deus dos Exércitos”. (I Reis,19)

Padre Marcio foi ordenado presbítero em 16 de maio, na sua cidade natal, Camboriú, pela imposição das mãos de Dom Eusébio Oscar Scheid. Hoje ele completa 15 anos de ordenação sacerdotal. A ele nosso obrigado pela sua vida e missão à serviço do Reino de Deus.Com a letra desta canção queremos homenageá-lo:

Escolhidos Por Deus
São homens do povo escolhidos por Deus para evangelizar
Conduz o seu povo na fé e a palavra de deus vive a anunciar
Enfrenta muitos desafios e dores também
Mas sua missão é servir e ensinar o bem
Refrão: ergue sua mãos pra nos abençoar, nos ensina amar, nos concede o perdão ó deus purifique esses homens, sua vocação, que eles possam fazer um mundo mais irmão .Tem suas mãos ungidas por Deus e dons especiais,
Se revestem com as bênçãos do céu as mãos sacerdotais
A Deus da graça ao consagrar o vinho e o pão
E o corpo e o sangue do senhor, partilha em comunhão
Refrão: ergue suas mãos pra nos abençoar, nos ensina amar, nos concede o perdão ó Deus purifique esses homens, sua vocação, que eles possam fazer um mundo mais irmão.

Assista o Programa Mais Feliz com Jesus na TV de hoje que faz uma ação de graças pela vida e missão do Pe. Márcio. Parabéns, que o Divino Oleiro continue hoje e sempre "tecendo" sua vida e missão.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

São Matias Apóstolo

Matias, o apóstolo "póstumo". É assim chamado porque surgiu depois da morte do apóstolo Judas Iscariotes, o traidor. Alguns teólogos se referem à ele como o décimo terceiro apóstolo, pois foi eleito para ocupar esse posto, conforme consta dos Atos dos Apóstolos, na Bíblia. 

A eleição dos onze apóstolos deu-se dias depois da Ascensão de Jesus e da vinda do Espírito Santo e assim foi descrita: "Depois da Ascensão de Jesus, Pedro disse aos demais discípulos: Irmãos, em Judas se cumpriu o que dele se havia anunciado na Sagrada Escritura: Com o preço de sua maldade se comprou um campo". O salmo 109 ordena "Que outro receba seu cargo". 

'Convém, então, que elejamos um para o lugar de Judas. E o eleito deve ser dos que estiveram entre nós o tempo todo em que o Senhor conviveu entre nós, desde que foi batizado por João Batista até que ressuscitou e subiu aos céus'". (At 1, 21-26) 

As outras informações existentes sobre Matias fazem parte das tradições e dos escritos da época. Esses registros, entretanto, são apenas fragmentos com algumas citações e frases, que foram recuperadas e, segundo os teólogos, são de sua autoria. De fato, existe uma certa confusão entre os apóstolos Matias e Mateus em alguns escritos antigos. 

Segundo a tradição Matias evangelizou na Judéia, Capadócia e, depois, na Etiópia. Ele sofreu perseguições e o martírio, morreu apedrejado e decapitado em Colchis, Jerusalém, testemunhando sua fidelidade a Jesus. 

Há registros de que santa Helena, mãe do imperador Constantino, o Grande, mandou trasladar as relíquias de são Matias para Roma, onde uma parte está guardada na igreja de Santa Maria Maior. O restante delas se encontra na antiqüíssima igreja de São Matias, em Treves, na Alemanha, cidade que a tradição diz ter sido evangelizada por ele e que o tem como seu padroeiro. 

São Matias era comemorado no dia 24 de fevereiro, mas atualmente sua festa ocorre no dia 14 de maio. - 

Fonte: Com. Shalom

Escute este convite:


terça-feira, 14 de maio de 2013

A importância da Virgem Maria em Pentecostes


“Tendo entrado no cenáculo, subiram ao quarto de cima, onde costumavam permanecer. Eram eles: Pedro e João, Tiago, André, Filipe, Tomé, Bartolomeu, Mateus, Tiago, filho de Alfeu, Simão, o Zelador, e Judas, irmão de Tiago.       
Todos eles perseveravam unanimemente na oração, juntamente com as mulheres, entre elas Maria, mãe de Jesus, e os irmãos (primos) dele.”(At.1,13-14)
 
"Chegando o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar. De repente, veio do céu um ruído, como se soprasse um vento impetuoso, e encheu toda a casa onde estavam sentados. Apareceu-lhes então uma espécie de línguas de fogo, que se repartiram e repousaram sobre cada um deles. Ficaram todos cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem." (At.2, 1-4).
 
A palavra Pentecostes vem da palavra grega “pentekosté” e significa "qüinquagésimo", ou seja, representa o 50° dia depois da Páscoa. Nesse tempo, comemora-se a vinda do Espírito Santo e o Nascimento da Igreja Católica. Antes de ser uma celebração cristã, Pentecostes era uma festa judaica, associada ao tempo de colheita, relacionando-se após, ao dia em que Deus entregou as tábuas da Lei a Moisés, no Monte Sinai. O Pentecostes cristão acontece em cumprimento à promessa de Jesus, após sua ascensão aos céus, quando enviou o Espírito Santo sobre Maria e os apóstolos, reunidos no cenáculo, conforme S. Lucas narra em At.1,4-8:
 
E comendo com eles, ordenou-lhes que não se afastassem de Jerusalém, mas que esperassem o cumprimento da promessa de seu Pai, que ouvistes, disse ele, da minha boca; porque João batizou na água, mas vós sereis batizados no Espírito Santo daqui há poucos dias. Assim reunidos, eles o interrogavam: Senhor, é porventura agora que ides instaurar o reino de Israel? Respondeu-lhes ele: Não vos pertence a vós saber os tempos nem os momentos que o Pai fixou em seu poder, mas descerá sobre vós o Espírito Santo e vos dará força; e sereis minhas testemunhas em Jerusalém, em toda a Judéia e Samaria e até os confins do mundo. (At. 1, 4-8)
Nessa ocasião, aconteceu a efusão do Espírito Santo, enchendo os apóstolos dos seus dons e da força que os impulsionou a testemunhar o Cristo ressuscitado no mundo. Esse era a missão dos apóstolos.
 
Como no episódio das Bodas de Caná (Jo 2,1-11), Maria também tem especial importância em Pentecostes. Cabe lembrar que desde a cruz, antes de morrer, Jesus nos deu sua Mãe como nossa mãe na pessoa de São João, e ele a acolheu como Mãe. Na verdade, todos os discípulos já haviam acolhido Maria como mãe, desde a vida pública de Jesus, pois ninguém, senão Ela havia participado de toda a vida de seu Filho, desde o momento da concepção até a ressurreição. Entendo que esse fato fez com que fosse “preenchido” o vazio deixado pela ausência física de Jesus, após sua ascensão. Muitos poderiam pensar: “Maria era repleta do Espírito Santo, Templo da Santíssima Trindade, então por quê estaria presente no evento de Pentecostes?”. Para essa pergunta, atrevo-me a responder: em Pentecostes nasce a Igreja, e Maria, como esposa do Espírito Santo configura-se como Mãe do Corpo Místico de Cristo, tornando-a indissoluvelmente unida ao mistério de Cristo pela Encarnação e à Igreja.Não existe Igreja sem Maria e Maria sem a Igreja.
 
Maria também é a Mãe dos apóstolos. Nesse contexto, é fácil perceber que é a presença materna de Maria que auxilia os discípulos a perseverarem na fé e na espera do Espírito Santo Consolador. Por isso, permaneciam unidos em oração, suplicando a DEUS a vinda do Paráclito, do Fogo abrasador. Dessa forma, Maria molda maternalmente os apóstolos em irmãos, preparando-os para acolher o Espírito Santo.
 
Com a descida do Espírito Santo no cenáculo, os apóstolos animados pela Virgem Santíssima, venceram seus temores e, destemidos, proclamavam o Evangelho. Ali era formada a primeira comunidade cristã, com o nascimento da Igreja de nosso Senhor Jesus Cristo.
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Como cristãos batizados somos chamados a refletir sobre Pentecostes, pois “somos todos templo do Espírito Santo”, como diz São Paulo ( I Cor 6:19).
 
Lembremos que Jesus afirma:
“Ora, se vós, que sois maus, sabeis dar coisas boas aos vossos filhos, quanto mais o Pai do céu dará o Espírito Santo aos que lhe pedirem!” (Lc 11,13)
 
Confiemos na materna intercessão de Nossa Senhora e peçamos ao Pai que nos envie o Seu Espírito Santo, nos encha com seus sete dons e nos dê, a cada dia, a coragem de testemunhar o Cristo Vivo e Ressuscitado e de proclamar a sua Palavra.
 
Rezemos:
“Vinde Espírito Santo, Enchei os corações dos Vossos fiéis e acendei neles o fogo do Vosso amor. Enviai o Vosso Espírito e tudo será criado e renovareis a face da terra.
Ó Deus que Instruístes os corações dos Vossos fiéis com a luz do Espírito Santo, fazei que apreciemos retamente todas as coisas segundo o mesmo Espírito e gozemos sempre de suas consolações. Por Cristo Senhor Nosso, Amém.”

Fonte: Portal A-12
 

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Novena de Pentecostes


de 10 a 18 de maio de 2013

Pentecostes 2013: 19 de maio  na  Vila do Divino Oleiro



O MODO DE FAZER:

O objetivo principal da novena, além de pedir algum dom a Deus ou agradecê-lo, é também um modo de nos aproximarmos dele e levar em nossa oração as pessoas que queremos bem.


1º. Dia: Filhos e Herdeiros de Deus

ORAÇÃO INICIAL (PARA TODOS OS DIAS)

Senhor meu Deus, que pela luz do Espírito Santo instruístes o coração dos vossos fiéis, fazeis-me dócil ao mesmo Espírito, para apreciar o que é justo e me alegrar sempre com a vossa presença. Isso vos peço por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém.

Meditar: Rm 8,14-17

Lembrar durante o dia: "Derrama, Senhor, abundantemente, teu Espírito sobre nós, por meio de Jesus Cristo nosso Salvador, para que, justificados por sua graça, nós nos tornemos herdeiros da vida eterna" (cf. Tt 3,6-7)

ORAÇÃO FINAL (PARA TODOS OS DIAS)

Senhor nosso Deus, que o Espírito Santo com os seus dons de: sabedoria, entendimento, ciência, fortaleza, piedade, conselho, temor de Deus purifique e transforme os nossos corações. Isso vos peço por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém. Pai-Nosso, uma Ave-Maria e um Glória-ao-Pai.

Após a breve meditação e a oração, conclua com um Pai-Nosso, uma Ave-Maria e um Glória-ao-Pai.


2º. Dia: Jesus não nos deixa órfãos

Oração inicial (idem 1º. dia)

Meditar: Jo 14,18; 14-17 (Idem 1º. Dia)

Lembrar durante o dia: "Derrama, Senhor, abundantemente, teu Espírito sobre nós, por meio de Jesus Cristo nosso Salvador, para que, justificados por sua graça, nós nos tornemos herdeiros da vida eterna" (cf. Tt 3,6-7)

Oração final

Após a breve meditação e a oração, conclua com um Pai-Nosso, uma Ave-Maria e um Glória-ao-Pai.


3º. Dia: Somos Templos de Deus

Oração inicial (idem 1º. Dia)

Meditar: 1Cor 6,19-20 (Idem 1º. Dia)

Lembrar durante o dia: "Derrama, Senhor, abundantemente, teu Espírito sobre nós, por meio de Jesus Cristo nosso Salvador, para que, justificados por sua graça, nós nos tornemos herdeiros da vida eterna" (cf. Tt 3,6-7)

Oração final

Após a breve meditação e a oração, conclua com um Pai-Nosso, uma Ave-Maria e um Glória-ao-Pai.


4º. Dia: Temos em nós a força do Espírito

Oração inicial (idem 1º. dia)

Meditar: Gl 2,20 Rm 5,5 e 1Cor 12,6.11 (Idem 1º. Dia)

Lembrar durante o dia: "Derrama, Senhor, abundantemente, teu Espírito sobre nós, por meio de Jesus Cristo nosso Salvador, para que, justificados por sua graça, nós nos tornemos herdeiros da vida eterna" (cf. Tt 3,6-7)

Oração final

Após a breve meditação e a oração, conclua com um Pai-Nosso, uma Ave-Maria e um Glória-ao-Pai.


5º. Dia: O Espírito nos ensina a rezar

Oração inicial (idem 1º. Dia)

Meditar: Rm 8,26-27 (Idem 1º. Dia)

Lembrar durante o dia: "Derrama, Senhor, abundantemente, teu Espírito sobre nós, por meio de Jesus Cristo nosso Salvador, para que, justificados por sua graça, nós nos tornemos herdeiros da vida eterna" (cf. Tt 3,6-7)

Oração final

Após a breve meditação e a oração, conclua com um Pai-Nosso, uma Ave-Maria e um Glória-ao-Pai.


6º. Dia: Somos dons diferentes para o bem da comunidade

Oração Inicial: idem 1º. Dia

Meditar 1Cor 12,7-11 (Idem 1º. Dia)

Lembrar durante o dia: "Derrama, Senhor, abundantemente, teu Espírito sobre nós, por meio de Jesus Cristo nosso Salvador, para que, justificados por sua graça, nós nos tornemos herdeiros da vida eterna" (cf. Tt 3,6-7)

Oração final

Após a breve meditação e a oração, conclua com um Pai-Nosso, uma Ave-Maria e um Glória-ao-Pai.


7º. Dia: Quem vive no Espírito é livre

Oração inicial: idem 1º. Dia

Meditar: Gl 5,18.22-25 (Idem 1º. Dia)

Lembrar durante o dia: "Derrama, Senhor, abundantemente, teu Espírito sobre nós, por meio de Jesus Cristo nosso Salvador, para que, justificados por sua graça, nós nos tornemos herdeiros da vida eterna" (cf. Tt 3,6-7)

Oração final

Após a breve meditação e a oração, conclua com um Pai-Nosso, uma Ave-Maria e um Glória-ao-Pai.


8º. Dia: O Espírito guia nosso testemunho

Oração inicial: idem 1º. Dia

Meditar: Mc 13,11 (Idem 1º. Dia)

Lembrar durante o dia: "Derrama, Senhor, abundantemente, teu Espírito sobre nós, por meio de Jesus Cristo nosso Salvador, para que, justificados por sua graça, nós nos tornemos herdeiros da vida eterna" (cf. Tt 3,6-7)

Oração final

Após a breve meditação e a oração, conclua com um Pai-Nosso, uma Ave-Maria e um Glória-ao-Pai.


9º. Dia: O Espírito está sempre conosco

Oração inicial: idem 1º. Dia

Meditar: Rm 8,9-11 (Idem 1º. Dia)

Lembrar durante o dia: "Derrama, Senhor, abundantemente, teu Espírito sobre nós, por meio de Jesus Cristo nosso Salvador, para que, justificados por sua graça, nós nos tornemos herdeiros da vida eterna" (cf. Tt 3,6-7)

Oração final

Após a breve meditação e a oração, conclua com um Pai-Nosso, uma Ave-Maria e um Glória-ao-Pai.


Como o Pentecostes é precedido de uma novena, esta novena, é a mais antiga da Igreja, afinal foi exatamente 10 dias após a Ascensão que o Espírito Santo veio no Cenáculo, mas lembremos que Nossa Senhora e os Apóstolos e demais discípulos ficaram em unânime oração, ou seja, ficaram nove dias (uma novena) em oração, em espera da "Promessa".