terça-feira, 18 de novembro de 2014

Papa Francisco: "A conversão é certa quando chega ao bolso"

Cidade do Vaticano (RV) – Na manhã desta terça-feira, 18/11, o Papa advertiu os fiéis para não se tornarem ‘cristãos mornos, acomodados ou de aparência’.  Na homilia da missa presidida na Casa Santa Marta, Francisco destacou que os cristãos devem sempre atender ao chamado de Jesus à conversão, para não passarem de pecadores a corruptos. 
Na primeira leitura, o Senhor pede aos cristãos de Laudiceia que se convertam, porque caíram na ‘tepidez’; vivem na ‘espiritualidade da comodidade’. Quem vive assim, afirmou, pensa que não lhe falta nada, que ‘está bem, pois vai à missa aos domingos e reza de vez em quando’. “Estou na graça de Deus e sou rico”, acreditam. 
“Este estado de espírito é um estado de pecado. O Senhor não poupa palavras a estas pessoas e lhes aconselha a ‘vestirem-se’, porque os cristãos ‘acomodados’ são nus”. 
Acrescentou ainda que “há um segundo chamado: aos que vivem de aparência”. Estes se crêem vivos, mas estão mortos. A eles, o Senhor pede para serem atentos. “As aparências – disse o Papa – são o sudário destes cristãos, que estão mortos”. O Senhor os chama à conversão: 
Eu sou um destes cristãos das aparências? Sou vivo dentro, tenho uma vida espiritual? Sinto o Espírito Santo? Dou-lhe ouvidos? Ou... se parece que vai tudo bem, não me questiono? Tenho uma boa família, ninguém fala mal de mim, tenho tudo o que preciso, sou casado na Igreja... estou na graça de Deus, estou tranquilo. Estes são cristãos de fachada. Devemos procurar alguma coisa de vivo dentro, temos que nos converter: das aparências à realidade. Do torpor ao fervor”.
O terceiro chamado à conversão é a Zaqueu, “chefe dos publicanos e rico”. “É um corrupto – disse o Papa -, trabalhava para os estrangeiros, para os romanos, traía a sua Pátria”:
Era um como muitos dirigentes que nós conhecemos: corruptos. Esses que, ao invés de servir ao povo, o exploram para servir a si mesmos. Existem alguns assim no mundo. E as pessoas não o queriam. Isso, sim, não era morno; não estava morto. Era em estado de putrefação. Corrupto, justamente. Mas sentiu algo dentro: ‘este profeta que dizem que fala tão bem, eu gostaria de encontrá-lo, por curiosidade’. O Espírito Santo é sagaz, eh! E semeou a semente da curiosidade, e aquele homem para vê-lo se comporta de maneira um pouco ridícula. Pensem num dirigente importante, e também corrupto, um chefe dos dirigentes, mas sobe numa árvore para observar uma procissão: pensem nisso. Que ridículo!
Zaqueu, disse, “sentiu vergonha”. Queria vê-lo e “dentro trabalhava o Espirito Santo”. E depois “a Palavra de Deus entrou naquele coração e, com a Palavra, entrou a alegria”. “Os da comodidade e da aparência – disse o Papa – tinham esquecido o que era a alegria; e este corrupto a recebe imediatamente, “o coração muda, se converte”. E assim Zaqueu promete devolver quatro vezes o que roubou:
Quando a conversão chega até o bolso, é certa. Cristãos de coração? Sim, todos. Cristãos de alma? Todos. Mas cristãos de bolso, poucos, eh! Poucos. Mas, a conversão … e aqui chegou logo: a palavra autêntica. Converteu-se. Mas diante desta palavra, havia outra, a dos que não queriam a conversão, que não queriam se converter: ‘Vendo isso, murmuravam: ‘Entrou na casa de um pecador!’: sujou-se, perdeu a pureza. Deve purificar-se porque entrou na casa de um pecador’”.
São “três chamados à conversão”, reafirmou que o próprio Jesus faz “aos mornos, para aqueles da comodidade; para aqueles da aparência, para aqueles que pensam que são ricos, mas são pobres, não têm nada, estão mortos”. A Palavra de Deus, disse o Papa, “é capaz de mudar tudo”, mas “nem sempre temos a coragem de crer na Palavra de Deus, de receber a Palavra que nos cura dentro”. A Igreja, concluiu, deseja que nestas últimas semanas do Ano Litúrgico “pensemos muito, muito seriamente, na nossa conversão, para que possamos avançar no caminho da nossa vida cristã”. E nos diz de “recordar da Palavra de Deus, faz apelo à memória, de protegê-la, de vigiar e também de obedecer à Palavra de Deus, porque começamos uma vida nova, convertida”.

Francisco celebra missa na Casa Santa Marta - OSS_ROM
18/11/2014 10:54








Fonte: Rádio Vaticano

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Papa Francisco: "Rivalidade e vanglória, dois males que atacam a Igreja"

Cidade do Vaticano (RV) – O Papa Francisco celebrou na manhã desta segunda-feira a missa na capela da Casa Santa Marta.

Comentando a Carta de São Paulo aos filipenses, o Papa observou que a alegria de um bispo é ver amor, unidade e concórdia na sua Igreja. “Esta harmonia – destacou - é uma graça feita pelo Espírito Santo, mas da nossa parte, nós devemos fazer de tudo para ajudar o Espírito Santo a fazer esta harmonia na Igreja”. Por isso, São Paulo convida os filipenses a não fazerem nada “por rivalidade, vanglória, nem lutar um contra o outro para mostrar ser melhor”. “Vê-se que não se trata somente de comportamentos do nosso tempo, mas que vêm de longe”: 

E quantas vezes nas nossas instituições, na Igreja, nas paróquias, por exemplo, nos colégios, encontramos isso, não? A rivalidade; o mostrar-se; a vanglória. Veem-se que são dois males que atacam a consistência da Igreja, a tornam fraca. A rivalidade e a vanglória vão contra esta harmonia, esta concórdia. Ao invés de rivalidade e vanglória, o que Paulo aconselha? ‘Mas cada um de vocês, com toda humildade, considere o outro superior a si mesmo’. Ele sentia isso, eh? Ele se qualifica ‘não digno de ser chamado apóstolo’, o último. Ele se humilha fortemente ali. Este era seu sentimento: pensar que os outros fossem superiores a ele”. 

O Papa citou São Martinho de Porres, “humilde frade dominicano” que a Igreja celebra hoje: “a sua espiritualidade estava no serviço, porque sentia que todos os outros, inclusive os maiores pecadores, eram superiores a ele. Sentia isso realmente”. São Paulo depois exorta cada um a não buscar o próprio interesse:
Buscar o bem do próximo, servir aos outros. Esta é a alegria dos Bispos, quando vêem a sua Igreja assim: o mesmo ‘sentir’, a mesma caridade, permanecendo inânimes e concordes. Este é o clima que Jesus quer na Igreja. Pode-se ter opiniões diferentes, tudo bem, mas sempre dentro desta atmosfera: de humildade, caridade, sem desprezar ninguém”.

Referindo-se ao Evangelho do dia, o Papa acrescentou: 

É ruim quando nas instituições da Igreja, ou de uma diocese, encontramos pessoas nas paróquias que buscam o seu interesse e não o serviço, nem o amor. E é isso que Jesus nos diz no Evangelho: não procurem o próprio interesse, mas vão ao caminho da reciprocidade! É a gratuidade. Quando na Igreja há harmonia e unidade, não se procura o próprio interesse, existe a atitude da gratuidade. Eu faço o bem, não faço negócios com o bem”.

Enfim, o Papa convidou a fazer um exame de consciência: “Como é a minha paróquia... como é a minha comunidade? Têm este espírito de sentimentos de amor, unanimidade, concórdia, sem rivalidade e vanglória, com a humildade... E talvez encontremos que algo pode ser mudado. Como posso melhorar isso?” – questionou o Papa, concluindo a homilia. 

Fonte: Rádio Vaticano 

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Dia Mundial das Missões: significado e objetivo

Brasília (RV) - A Igreja Católica no mundo todo celebrou domingo, 19, o Dia Mundial das Missões. A data foi criada pelo Papa Pio XI, em 1926, como auge da Campanha Missionária celebrada ao longo do mês de outubro. No penúltimo domingo de outubro, as ofertas são integralmente enviadas às Pontifícias Obras Missionárias (POM) e encaminhadas ao Fundo Mundial de Solidariedade em Roma, para financiar projetos em todo o mundo, como a sustentação de dioceses, manutenção de seminários, obras sociais e assistência aos missionários.

Em 2014, o tema trabalhado pela Campanha é “Missão para libertar”, reflexão que retoma a Campanha da Fraternidade deste ano, que abordou “Fraternidade e Tráfico Humano”. A campanha pretende alertar para a realidade do tráfico de pessoas, crime que representa a escravidão moderna e apresenta um grande desafio para a missão evangelizadora.

Acompanhada do lema “Enviou-me para anunciar a libertação”, a Campanha Missionária chama a atenção para a escravidão do tráfico humano em suas diversas expressões, como a exploração do trabalho; exploração sexual; extração de órgãos e tráfico de crianças e adolescentes para adoção.

O Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Missionária e Cooperação Intereclesial da CNBB e bispo de Ponta Grossa (PR), Dom Sérgio Arthur Braschi, falou sobre o tema e o lema, lembrando que o tráfico humano é a forma moderna de escravidão. Ele citou ainda com especial atenção das populações indígenas e quilombolas, que também foram retratadas nos encontros da Novena, outro subsídio da Campanha.

No Brasil, as Pontifícias Obras Missionárias (POM) têm a responsabilidade de organizar, todos os anos, a Campanha Missionária, com a colaboração da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) por meio da Comissão para a Ação Missionária e Cooperação Intereclesial, da Comissão para a Amazônia e outros organismos que compõem o Conselho Missionário Nacional (Comina).
(CM-CNBB)


Fonte: Rádio Vaticano 

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Papa Francisco: abrir-se às surpresas de Deus e não fechar-se aos sinais dos tempos

RealAudioMP3 Cidade do Vaticano (RV) – Abrir-se às surpresas de Deus e não fechar-se aos sinais dos tempos: foi o que afirmou o Papa Francisco na Missa matutina na Casa Santa Marta, comentando as palavras de Jesus aos doutores da lei.

Muitas vezes, observou o Pontífice, esses doutores pedem sinais a Jesus, e Ele responde que não são capazes de “ver os sinais dos tempos”:

Por que esses doutores da lei não entendiam os sinais dos tempos e pediam um sinal extraordinário (que depois Jesus deu), por que não entendiam? Antes de tudo, porque estavam fechados. Estavam fechados em seu sistema, tinham elaborado a lei muito bem, uma obra-prima. Todos os judeus sabiam o que se podia ou não fazer, até onde ir. Estava tudo arrumado. E eles se sentiam seguros ali”.

Para eles, acrescentou o papa, Jesus fazia “coisas estranhas”: “caminhar com pecadores, comer com os publicanos” – o que para os doutores significava colocar a doutrina em perigo. Eles se esqueciam que Deus é o Deus da lei, mas também o Deus das surpresas:

Eles não entendiam que Deus é o Deus das surpresas, que Deus é sempre novo; jamais renega a si mesmo, mas sempre nos surpreende. E eles não entendiam e se fechavam naquele sistema feito com tanta boa vontade e pediam a Jesus: ‘Dê um sinal!’. E não entendiam os muitos sinais que Jesus dava e que indicavam que o tempo estava maduro. Fechamento! Segundo, tinham se esquecido que eles eram um povo em caminho. Em caminho! E quando alguém está em caminho, sempre encontra coisas novas, coisas que não conhecia”.

O Papa acrescentou que “um caminho não é absoluto em si mesmo”, mas é o caminho rumo “à manifestação definitiva do Senhor. A vida é um caminho rumo à plenitude de Jesus Cristo, quando virá pela segunda vez”. Esta geração procura um sinal, mas – afirma o Senhor – não lhe será dado qualquer sinal, a não ser o de Jonas”, ou seja, “o sinal da Ressurreição, da Glória, daquela escatologia rumo à qual caminhamos”. Quando Jesus afirma no Sinédrio ser o Filho de Deus, os doutores leem este sinal como uma blasfêmia E por isso, Cristo os define como “geração má”.

Francisco reiterou que “se a lei não leva a Jesus Cristo, não se aproxima Dele, está morta. E por isso Jesus reprova os doutores, por não serem capazes de conhecer os sinais dos tempos:

E isso deve fazer-nos pensar: eu fico preso às minhas coisas, às minhas ideias, fechado? Ou estou aberto ao Deus das surpresas? Sou uma pessoa estática ou uma pessoa que caminha? Eu acredito em Jesus Cristo – naquilo que Ele fez: morreu, ressuscitou e acabou a história – ou acredito que o caminho prossiga rumo à maturidade, à manifestação de glória do Senhor? Eu sou capaz de entender os sinais dos tempos e ser fiel à voz do Senhor que se manifesta neles? Podemos hoje fazer estas perguntas e pedir ao Senhor um coração que ame a lei, porque a lei é de Deus; mas que ame também as surpresas de Deus e que saiba que esta lei santa não é fim em si mesma”.

Em caminho, reafirmou o Papa, é uma pedagogia “que nos leva a Jesus Cristo, ao encontro definitivo, onde haverá este grande sinal”.

(BF)

Fonte: Rádio Vaticano 

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

"O EXAME DE CONSCIÊNCIA PARA GUARDAR NOSSO CORAÇÃO DO MAL"

Para o mal não entrar no nosso coração existe uma prática muito antiga, mas tão boa, o exame de consciência. Foi o que afirmou o Papa Francisco na homilia da Missa matutina celebrada na Casa Santa Marta nesta sexta-feira.

O Evangelho do dia nos recorda que o diabo sempre volta para nos tentar, nunca deixa de fazer isto: "O diabo tem paciência - afirma o Papa Francisco -não deixa aquilo que quer para si", a nossa alma:

"Após as tentações, no deserto, quando Jesus foi tentado pelo diabo, na versão de Lucas se diz que o demônio o deixou por um tempo, mas durante a vida de Jesus voltava e voltava: quando o colocavam à prova, quando preparavam-lhe armadilhas, na Paixão, até a Cruz. 'Mas se Tu és o Filho de Deus, vem, vamos para casa conosco, assim nós podemos acreditar'. E todos nós sabemos que esta palavra toca o coração: 'Mas tu és capaz? Mostre-me! Não, não és capaz'. Como o diabo, até o fim, com Jesus. E assim também conosco".

É necessário guardar o nosso coração onde habita o Espírito Santo - sublinha o Papa "para que não entrem outros espírito". Proteger o coração, como se protege uma casa, à chave". E depois vigiar o coração, como um sentinela:

"Quantas vezes - observa - entram os maus pensamentos, as más intenções, os ciúmes, a inveja. Tantas coisas que entram. Mas quem abriu aquela porta? Por onde entraram? Se eu não me dou conta" daquilo que "entra no meu coração, o meu coração se torna uma praça, onde todos vem e vão. Um coração sem intimidade, um coração onde o Senhor não pode falar e nem mesmo ser escutado":

"E Jesus diz uma outra coisa alí, não é mesmo? - que parece um pouco estranha: 'Quem comigo não ajunta, espalha'. Usa a palavra 'ajuntar'. Ter um coração contrito, um coração onde sabemos o que acontece, e aqui e lá se pode fazer a prática tão antiga da Igreja, mas boa: o exame de consciência. Quem de nós, de noite, antes de acabar o dia, permanece sozinho, sozinha, e se pergunta: o que aconteceu hoje no meu coração? O que aconteceu? Que coisas passaram pelo meu coração? Se não fizermos isto, realmente não sabemos vigiar bem, nem proteger bem".

O exame de consciência "é uma graça, porque guardar o nosso coração é guardar o Espírito Santo, que está dentro de nós":

"Nós sabemos, Jesus fala claramente, que os diabos voltam, sempre. Mesmo no fim da vida, Jesus nos dá o exemplo sobre isto. E para guardar, para vigiar, para que não entrem os demônios, é necessário saber recolher-se, isto é, estar em silêncio diante de si mesmo e diante de Deus, e no fim do dia perguntar-se: 'O que aconteceu hoje no meu coração? Entrou alguém que não conheço? A chave está no lugar?'. E isto nos ajudará a defender-nos de tanta maldade, mesmo daquelas que nós podemos fazer, se entram estes demônios, que são muito espertos, e no fim nos enganam a todos".
Fonte: Rádio Vaticano

Foto: "O EXAME DE CONSCIÊNCIA PARA GUARDAR NOSSO CORAÇÃO DO MAL"

Para o mal não entrar no nosso coração existe uma prática muito antiga, mas tão boa, o exame de consciência. Foi o que afirmou o Papa Francisco na homilia da Missa matutina celebrada na Casa Santa Marta nesta sexta-feira.

O Evangelho do dia nos recorda que o diabo sempre volta para nos tentar, nunca deixa de fazer isto: "O diabo tem paciência - afirma o Papa Francisco -não deixa aquilo que quer para si", a nossa alma:

"Após as tentações, no deserto, quando Jesus foi tentado pelo diabo, na versão de Lucas se diz que o demônio o deixou por um tempo, mas durante a vida de Jesus voltava e voltava: quando o colocavam à prova, quando preparavam-lhe armadilhas, na Paixão, até a Cruz. 'Mas se Tu és o Filho de Deus, vem, vamos para casa conosco, assim nós podemos acreditar'. E todos nós sabemos que esta palavra toca o coração: 'Mas tu és capaz? Mostre-me! Não, não és capaz'. Como o diabo, até o fim, com Jesus. E assim também conosco".

É necessário guardar o nosso coração onde habita o Espírito Santo - sublinha o Papa "para que não entrem outros espírito". Proteger o coração, como se protege uma casa, à chave". E depois vigiar o coração, como um sentinela: 

"Quantas vezes - observa - entram os maus pensamentos, as más intenções, os ciúmes, a inveja. Tantas coisas que entram. Mas quem abriu aquela porta? Por onde entraram? Se eu não me dou conta" daquilo que "entra no meu coração, o meu coração se torna uma praça, onde todos vem e vão. Um coração sem intimidade, um coração onde o Senhor não pode falar e nem mesmo ser escutado":

"E Jesus diz uma outra coisa alí, não é mesmo? - que parece um pouco estranha: 'Quem comigo não ajunta, espalha'. Usa a palavra 'ajuntar'. Ter um coração contrito, um coração onde sabemos o que acontece, e aqui e lá se pode fazer a prática tão antiga da Igreja, mas boa: o exame de consciência. Quem de nós, de noite, antes de acabar o dia, permanece sozinho, sozinha, e se pergunta: o que aconteceu hoje no meu coração? O que aconteceu? Que coisas passaram pelo meu coração? Se não fizermos isto, realmente não sabemos vigiar bem, nem proteger bem".

O exame de consciência "é uma graça, porque guardar o nosso coração é guardar o Espírito Santo, que está dentro de nós":

"Nós sabemos, Jesus fala claramente, que os diabos voltam, sempre. Mesmo no fim da vida, Jesus nos dá o exemplo sobre isto. E para guardar, para vigiar, para que não entrem os demônios, é necessário saber recolher-se, isto é, estar em silêncio diante de si mesmo e diante de Deus, e no fim do dia perguntar-se: 'O que aconteceu hoje no meu coração? Entrou alguém que não conheço? A chave está no lugar?'. E isto nos ajudará a defender-nos de tannta maldade, mesmo daquelas que nós podemos fazer, se entram estes demônios, que são muito espertos, e no fim nos enganam a todos".

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Missa no CEAR e Retiro para Casais

Hoje as 20:00h tem Santa Missa no CEAR. Vamos pedir a intercessão do Arcanjo São Rafael pela cura de nossas enfermidades. Traga você também alguém que está precisando de oração.



E neste fim de semana no CEAR teremos o Retiro de Casais, faça logo sua inscrição.
Contato com Isabel (48) 9971- 1122.

Foto: Que tal começar a semana tomando a decisão de fazer este belo retiro? Faça logo sua inscrição para o Retiro de Casais.
Contato com Isabel (48) 9971- 1122

domingo, 28 de setembro de 2014

28 de setembro: Concentração Arquidiocesana do Apostolado da Oração no CEAR

Acontece neste domingo, 28 de setembro, a “Concentração Arquidiocesana das Famílias do Apostolado da Oração”, no Centro de Evangelização Angelino Rosa (CEAR), em Governador Celso Ramos.
Com início às 8h, o evento será marcado por palestras, fraternidade e a renovação e consagração dos zeladores e associados do Apostolado da Oração ao Coração de Jesus.
O encerramento será às 16h, com a Missa presidida pelo Arcebispo Dom Wilson Tadeu Jönck, scj.
Realizada a cada dois anos, estima-se um público de mais de quatro mil pessoas de todas as associações do Apostolado da Arquidiocese. Mais informações pelo telefone: (48) 9912-5870.

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Papa Francisco: uma pastoral sem oração não chega ao coração

RealAudioMP3 


O Santo Padre recebeu em audiência, na Sala Paulo VI, no Vaticano, na tarde desta última sexta-feira, 19 de setembro, os participantes no Encontro internacional intitulado “O projeto pastoral da Evangelii Gaudium” (a alegria do Evangelho), promovido pelo Conselho Pontifício para a Nova Evangelização.


No seu denso discurso, o Papa disse que este documento “Evangelii Gaudium” a Alegria do Evangelho que o Santo Padre escreveu, tem um significado programático, com consequências importantes, mas não poderia ser diferente, uma vez que se trata da principal missão da Igreja, ou seja, evangelizar. E colocou, desde logo, algumas questões: “Quantas pessoas, nas inúmeras periferias existenciais do nosso tempo, estão cansadas e abatidas e precisam da Igreja e da nossa intervenção? Como chegar até elas? Como transmitir-lhes a experiência da fé, do amor de Deus e o encontro com Jesus? Eis a grande responsabilidade das nossas comunidades e da nossa pastoral” – afirmou o Santo Padre que convidou toda a Igreja a colher os sinais dos tempos. Tais sinais devem ser revistos à luz do Evangelho.

“Este é o tempo favorável, é o momento do empenho concreto, é o contexto no qual somos chamados a trabalhar para fazer crescer o Reino de Deus.”

Esta tarefa, disse o Papa, cabe a todos aqueles que são responsáveis pela pastoral: bispos, párocos, diáconos, catequistas. Todos têm que ler os sinais dos tempos e dar uma resposta sábia e generosa aos sedentos e famintos de Deus. E advertiu que “… diante de tantas exigências pastorais, diante de tantas necessidades espirituais de homens e mulheres, corremos o risco de espantar-nos e de retrair-nos por medo ou por autodefesa. Aqui pode advir a tentação de uma certa autonomia e clericalismo” – avisou o Papa Francisco:

“Aquele codificar a fé em regras e instruções, como faziam os escribas, os fariseus e os doutores da lei, no tempo de Jesus. Teremos tudo claro, tudo organizado, mas o povo crente e à procura continuará a ter fome e sede de Deus”.

Como o dono da messe saía à busca de operários – continuou o Papa – o Bispo de Roma e os responsáveis da pastoral devem sair, em todas as horas do dia, para ir ao encontro dos mais fracos, dando-lhes conforto e apoio, e fazendo-os sentir úteis na vinha do Senhor! A Igreja parece um hospital ao ar livre: quantas pessoas feridas à espera de ajuda espiritual!” – exclamou o Santo Padre que exortou todos a perseverarem na oração:


“Uma pastoral sem oração e contemplação jamais poderá atingir o coração das pessoas. Ela se deterá na superfície e não deixará a semente da Palavra de Deus morrer, germinar, crescer e produzir frutos. Não dispomos de uma varinha mágica para fazer tudo, mas da confiança no Senhor, que nos acompanha e jamais nos abandona”. 
O Santo Padre concluiu o seu discurso aos participantes no Encontro Internacional sobre a “Evangelii gaudium”, agradecendo o empenho de todos e exortando os presentes a darem testemunho do Evangelho porque é o testemunho que dá validade à palavra! (MT/RS) RealAudioMP3

Fonte: Rádio Vaticano

terça-feira, 23 de setembro de 2014

São Pio de Pietrelcina fundador do hospital "Casa Alívio do Sofrimento''

São Pio de PietrelcinaEste digníssimo seguidor de S. Francisco de Assis nasceu no dia 25 de maio de 1887 em Pietrelcina (Itália). Seu nome verdadeiro era Francesco Forgione. Ainda criança era muito assíduo com as coisas de Deus, tendo uma inigualável admiração por Nossa Senhora e o seu Filho Jesus, os quais via constantemente devido à grande familiaridade. Ainda pequenino havia se tornado amigo do seu Anjo da Guarda, a quem recorria muitas vezes para auxiliá-lo no seu trajeto nos caminhos do Evangelho.
Conta a história que ele recomendava muitas vezes as pessoas a recorrerem ao seu Anjo da Guarda estreitando assim a intimidade dos fiéis para com aquele que viria a ser o primeiro sacerdote da história da Igreja a receber os estigmas do Cristo do Calvário. Com quinze anos de idade entrou no Noviciado da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos em Morcone, adotando o nome de “Frei Pio” e foi ordenado sacerdote em 10 de agosto de 1910 na Arquidiocese de Benevento. Após a ordenação, Padre Pio precisou ficar com sua família até 1916, por motivos de saúde e, em setembro desse mesmo ano, foi enviado para o convento de São Giovanni Rotondo, onde permaneceu até o dia de sua morte.
Abrasado pelo amor de Deus, marcado pelo sofrimento e profundamente imerso nas realidades sobrenaturais, Padre Pio recebeu os estigmas, sinais da Paixão de Jesus Cristo, em seu próprio corpo. Entregando-se inteiramente ao Ministério da Confissão, buscava por meio desse sacramento aliviar os sofrimentos atrozes do coração de seus fiéis e libertá-los das garras do demônio, conhecido por ele como “barba azul”.
Torturado, tentado e testado muitas vezes pelo maligno, esse grande santo sabia muito da sua astúcia no afã de desviar os filhos de Deus do caminho da fé. Percebendo que não somente deveria aliviar o sofrimento espiritual, recebeu de Deus a inspiração de construir um grande hospital, conhecido como “Casa Alívio do Sofrimento”, que se tornou uma referência em toda a Europa. A fundação deste hospital se deu a 5 de maio de 1956.
Devido aos horrores provocados pela Segunda Guerra Mundial, Padre Pio cria os grupos de oração, verdadeiras células catalisadoras do amor e da paz de Deus, para serem instrumentos dessas virtudes no mundo que sofria e angustiava-se no vale tenebroso de lágrimas e sofrimentos. Na ocasião do aniversário de 50 anos dos grupos de oração, Padre Pio celebrou uma Missa nesta intenção. Essa Celebração Eucarística foi o caminho para o seu Calvário definitivo, na qual entregaria a alma e o corpo ao seu grande Amor: Nosso Senhor Jesus Cristo; e a última vez em que os seus filhos espirituais veriam a quem tanto amavam.
Era madrugada do dia 23 de setembro de 1968, no seu quarto conventual com o terço entre os dedos repetindo o nome de Jesus e Maria, descansa em paz aquele que tinha abraçado a Cruz de Cristo, fazendo desta a ponte de ligação entre a terra e o céu.
Foi beatificado no dia 2 de maio de 1999 pelo Papa João Paulo II e canonizado no dia 16 de junho de 2002 também pelo saudoso Pontífice. Padre Pio dizia: “Ficarei na porta do Paraíso até o último dos meus filhos entrar!”
São Pio de Pietrelcina, rogai por nós!

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Louvor da Primavera neste domingo 21 de setembro no CEAR

Venha celebrar conosco os 15 anos da Comunidade Divino Oleiro

Esperamos por você no CEAR (Av, Papemborg, s/n - Areias de Baixo / Gov. Celso Ramos). Será um dia de louvor, gratidão, oração e agradecimento ao Senhor por tudo que Ele tem feito florescer em nossa vida. Na pregação teremos Jacira Mourão (RJ) e Padre Márcio Alexandre Vignoli. O encontro iniciará as 08:30h com o ministério de música e louvor Divino Oleiro. Convide seus familiares e amigos para estarmos em comunhão.

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Hoje, Debate presidencial na TV Aparecida às 21h30 - Retransmitiremos através de nossas Rádios

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Os candidatos à Presidência da República estarão frente-a-frente em Aparecida (SP) hoje (16) às 21h30, para participarem do debate da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil).
O debate está na responsabilidade da TV Aparecida e terá transmissão simultânea da TV Canção Nova; Imaculada; TV Nazaré; Rede Vida de Televisão; Rede Século 21; TV 3º Milênio; TV Horizonte e TV Evangelizar, Rede Católica de Rádio (RCR) e portais de inspiração católica como o portal A12.com e da Signis Brasil, entidade que ajuda a congregar as mídias católicas do país.
Também retransmitiremos através de nossas emissoras:
 * RÁDIO CULTURA AM1110 Mais Feliz Com Jesus de Florianópolis. Ouça também via net www.radioculturafloripa.blogspot.com.br ou no seu CELULAR, baixe o aplicativo Tunein - Clique aqui http://tunein.com/radio/Rádio-Cultura-1110-AM-s150576/

*RÁDIO CATÓLICA AM 1500 Mais Feliz Com Jesus de BALNEÁRIO CAMBORIÚ. Ouça também via net: http://www.radiocatolica1500am.blogspot.com.br/
E A *RÁDIO CONCEIÇÃO FM 105.9 Mais Feliz Com Jesus de Itajaí, Santa Catarina. Ouça também via: http://tunein.com/radio/Rádio-Conceição-1059-FM-s97690/

O Debate será dividido em 5 blocos com os seguintes tempos e conteúdos:
O primeiro bloco terá pergunta única da CNBB para todos os candidatos, a duração do bloco está estimada em 20 minutos.
No segundo bloco, 8 bispos do Brasil farão perguntas aos 8 candidatos, um bispo sorteado fará a pergunta ao candidato também sorteado, o tempo estimado do bloco é de 25 minutos.
O terceiro bloco, será a vez de 8 jornalistas convidados realizarem perguntas aos candidatos, também em forma de sorteio, o estimado deste bloco é de 25 minutos.
O quarto bloco haverá o confronto direto entre os candidatos um perguntando ao outro, a duração do bloco está estimada em 41 minutos.
Durante o quinto e último bloco, cada candidato apresentará suas considerações finais, a duração do bloco está estimada em 24 minutos.
Os candidatos ocuparão o cenário de acordo com a ordem sorteada, no início da transmissão o cardeal arcebispo de Aparecida (SP), Dom Raymundo Damasceno Assis, presidente da CNBB irá proferir uma mensagem.

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Sem a Mãe Igreja não se pode andar em frente – o Papa em Santa Marta

RealAudioMP3 

Como sem Maria não existiria Jesus, assim, sem a Igreja não podemos andar em frente – esta a mensagem essencial do Papa Francisco na Missa em Santa Marta nesta segunda-feira em que se celebra a memória de Nossa Senhora das Dores. A liturgia depois de nos ter mostrado a Cruz gloriosa apresenta-nos a Mãe humilde e mansa – considerou o Santo Padre que citou S. Paulo na Carta aos Hebreus onde se lêem três palavras fundamentais em relação a Jesus: aprendeu, obedeceu, sofreu. Esta é a glória da Cruz de Jesus – afirmou o Papa Francisco.

“ Jesus veio ao mundo para aprender a ser homem, e sendo homem, caminhar com os homens. Veio ao mundo para obedecer e obedeceu. Mas esta obediência aprendeu-a com o sofrimento. Adão saiu do Paraíso com uma promessa, a promessa que avançou durante séculos. Hoje, com esta obediência, com este anular-se a si próprio e humilhar-se de Jesus, aquela promessa torna-se esperança. E o povo de Deus caminha com a esperança certa. Também a Mãe, a nova Eva, como o próprio Paulo a chama, participa deste caminho do Filho: aprendeu, sofreu e obedece. E torna-se Mãe.”

Segundo o Papa Francisco os cristãos não são orfãos pois têm Maria, Mãe de Jesus e nossa Mãe. Mas também a Igreja é mãe quando faz o mesmo caminho de Jesus e de Maria: quando obedece, quando sofre e quando aprende – afirmou o Papa Francisco.

“ E esta é também a nossa esperança. Nós não somos orfãos, temos Mães: a Mãe Maria. Mas também a Igreja é Mãe e também a Igreja é ungida Mãe quando faz o mesmo caminho de Jesus e de Maria: o caminho da obediência, o caminho do sofrimento e quando tem aquela atitude de aprender continuamente o caminho do Senhor. Estas duas mulheres – Maria e a Igreja – levam em frente a esperança que é Cristo, dão-nos Cristo, geram Cristo em nós. Sem Maria não existiria Jesus; sem a Igreja, não podemos andar em frente.”

Fonte: Rádio Vaticana

Papa Francisco no Angelus: 'sinal da cruz' não é mágico, é o amor infinito de Deus

RealAudioMP3 Cidade do Vaticano (RV) - Na Oração Mariana do Angelus deste domingo (14), o Pontífice recordou da festa que Igreja celebra hoje, da Exaltação da Santa Cruz. 

Algumas pessoas não-cristãs podem se perguntar: por que ‘exaltar’ a cruz? Podemos responder que nós não exaltamos uma cruz qualquer ou todas as cruzes: exaltamos a Cruz de Jesus Cristo, porque é nela que foi revelado o máximo amor de Deus pela humanidade. 

O Santo Padre fez referência ao Evangelho de João na liturgia de hoje: ‘Deus amou tanto o mundo, que entregou o seu Filho único’. O Pai ‘deu’ o Filho para nos salvar, e isso resultou na morte de Jesus e na morte na cruz. Papa Francisco, então, fez uma reflexão conjunta: “Por quê? Por que foi necessária a Cruz? Por causa da gravidade do mal que nos mantinha escravos”. 

A Cruz de Jesus exprime duas coisas: toda a força negativa do mal e toda a suave onipotência da misericórdia de Deus. A Cruz parece decretar o fracasso de Jesus, mas, na realidade, marca a sua vitória. No Calvário, aqueles que o injuriavam, diziam: ‘Se és Filho de Deus, desce da cruz’. Mas a verdade era o oposto: justamente porque era o Filho de Deus, Jesus estava ali, na cruz, fiel até o final ao desígnio do amor do Pai. E exatamente por isso Deus ‘exaltou’ Jesus, dando-lhe uma realeza universal.

O Pontífice, então, explica que, quando olhamos para a Cruz onde Jesus foi pregado, contemplamos o sinal do amor infinito de Deus para cada um de nós e a raiz da nossa salvação. “Daquela Cruz vem a misericórdia do Pai que abraça o mundo inteiro. Através da Cruz de Cristo, se venceu o mal, a morte foi derrotada, a vida nos foi doada e a esperança restituída. A Cruz de Jesus é nossa única e verdadeira esperança!”, complementa o Santo Padre.

É por isso que a Igreja ‘exalta’ a Santa Cruz, e é por isso que, nós, cristãos, nos abençoamos com o sinal da cruz. Mas, atenção: não é um sinal ‘mágico’! Acreditar na Cruz de Jesus significa O seguir no Seu caminho. Dessa maneira, inclusive os cristãos colaboram com a Sua obra de salvação, aceitando com Ele o sacrifício, o sofrimento, como também a morte pelo amor de Deus e dos irmãos. Enquanto contemplamos e celebramos a Santa Cruz, pensamos comovidos por tantos nossos irmãos e irmãs que são perseguidos e mortos por causa da sua fidelidade a Cristo. Isso acontece, em particular, lá onde a liberdade religiosa ainda não é garantida ou plenamente realizada. Acontece, porém, mesmo nos países e ambientes em que, em princípio, protegem a liberdade e os direitos humanos, mas onde concretamente os fiéis e, especialmente, os cristãos, encontram limitações e discriminações. Por isso, hoje, recordamos e rezamos em modo todo especial por eles.

Nesta segunda-feira (15), a Igreja celebra Nossa Senhora das Dores. O Papa também lembrou que era Ela quem estava no Calvário, aos pés da Cruz. “A Ela, confio o presente e o futuro da Igreja, para que todos sempre saibamos descobrir e acolher a mensagem de amor e de salvação da Cruz de Jesus”, finalizou Francisco, na Oração do Angelus.

Nas suas saudações finais, o Bispo de Roma assegurou o compromisso e a oração da Igreja Católica, encorajando o esforço da comunidade internacional, através da Missão desejada pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas que começa nesta segunda-feira (15). Uma iniciativa em apoio à pacificação da República Centro-Africana e para proteger a população civil, que está gravemente sofrendo com as conseqüências do conflito em andamento: “quanto antes a violência ceda lugar ao diálogo; as facções opostas deixem da parte os interesses particulares e se esforcem para que cada cidadão, de qualquer etnia e religião a que pertença, possa colaborar para construir o bem comum”, disse o Papa.

O Pontífice também registrou a Sua visita de sábado (13) à Redipuglia, região nordeste da Itália, quando rezou pelos mortos da I Guerra Mundial. Evocando os números dramáticos de 8 milhões de soldados e cerca de 7 milhões de civis mortos, o Papa condenou novamente os conflitos, dizendo: “isso mostra como a guerra é uma loucura, na qual a humanidade ainda não aprendeu a lição. Pois, depois disso, teve a II Guerra e tantas outras. Quando vamos aprender? Convido a olharmos para Jesus crucificado, para percebermos que o mal é destruído pelo bem. A resposta da guerra só faz aumentar o mal e a morte”, finalizou Francisco.


Fonte: Rádio Vaticano